As Origens da Meditação
- Marcelo Loureiro

- 30 de jun. de 2025
- 1 min de leitura
Atualizado: 1 de jul. de 2025
Índia Védica (Dhyāna)
Surge nos Vedas, textos sagrados hindus com mais de 3.000 anos. Dhyāna significa concentração ou contemplação profunda. Era usada como ferramenta para alcançar estados elevados de consciência e união com o Brahman (a realidade suprema).
Budismo (Vipassana, Zazen)
No Budismo, especialmente na tradição Theravāda, surge a Vipassana: observar a respiração e o corpo para perceber a impermanência de tudo. Já no Zen (Zazen), a prática é simplesmente sentar e observar sem esforço para mudar nada. O foco é a experiência direta, sem filtro.
Taoísmo
No Taoísmo chinês, a meditação servia para harmonizar o corpo com o Tao — o fluxo natural da vida. Muitas vezes era feita em silêncio ou com visualizações internas, focando em equilíbrio e energia vital (chi).
Tradições Cristãs, Sufismo e Judaicas
No Ocidente antigo também havia práticas contemplativas: orações silenciosas entre monges cristãos, cânticos repetitivos no sufismo islâmico, e práticas místicas judaicas como o hitbodedut.


